Confrades e confreiras que participaram das Antologias CAPPAZ  -  2019 / 2020 - iniciais J / K / L 

JOÃO-JOSÉ-OLIVEIRA GONÇALVES.jpg

João José Oliveira Gonçalves
           (JJotaPoeta)
             Antologia CAPPAZ 2020

Além de João é José. Natural de Bagé/RS, cursou Primário, Ginásio e Científico, em sua terra natal. Há 43 anos mora em Porto Alegre/RS, onde cursou Letras (Português, Francês e Literaturas), e, posteriormente, Comunicação Social (Jornalismo) – ambos na PUCRGS. Lecionou, por mais de 30 anos, em escolas públicas estaduais, na Capital.

Literato, é poeta, escritor, trovador, cronista, ensaísta, palestrante. Adepto de São Francisco de Assis, tem especial afeto pela Mãe-Natureza e pelos irmãos-animais. Ecologista, espiritualista, místico, médium busca os Caminhos do Xamanismo. Premiado em inúmeros certames literários nacionais e internacionais, com bem mais de uma centena de premiações, entre troféus, medalhas e diplomas, conquistados em verso e em prosa. Publicado em uma centena de antologias, coletâneas e seletas – além de agendas, jornais e revistas. Agraciado com a Comenda Stella Brasiliense e com a Medalha Jorn. Hipólito José da Costa, ambas pelo Grupo Brasília de Comunicação – Brasília/DF.

Membro-Fundador da Academia de Estudos e Pesquisas Literárias, Brasília/DF, Cadeira nº 8, sob a Patronímia de Mário Quintana; Titular da Cadeira 082, Patronímia de “Rafael Pompilho Flores”, da Área de Letras do Colegiado Acadêmico do Clube de Escritores de Piracicaba – Piracicaba/SP; Membro da Confraria dos Poetas/BR; Presidente do Conselho Deliberativo da Casa do Poeta Rio-Grandense – Porto Alegre/RS; 2º Secretário do Grêmio Literário “Castro Alves”, Porto Alegre/RS; Titular da Cadeira de nº 35 – Patronímia de Augusto dos Anjos – na Academia de Artes, Ciências e Letras “Castro Alves” – Porto Alegre/RS; Titular da Cadeira de Nº 21 – Patronímia de Jayme Caetano Braun – na Academia de Letras e Artes de Porto Alegre, onde também é Conselheiro; Vice-Presidente da AVSPE – Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores – Balneário Camboriú/SC
Filho de José Faustino Gonçalves da Silva e de Adelaide Oliveira Gonçalves, é casado com Maria Olimpia Salerno Gonçalves e tem as filhas Karina (Socióloga) e Candice (Bióloga).

Afilhado de Joyce Lima Krishcke
Co-Fundador da Confraria
Presidente de Honra

Nas Asas da Paz!
João José Oliveira Gonçalves


Ah, nas Asas da Paz busco a Igualdade
A da Alma Franciscana – ensolarada!
Que prega, entre irmãos, Bem e Bondade
Ah, nas Asas da Paz: sou Liberdade!

Entre a Beleza e a Dor teço o Lirismo:
Rimo riso de criança com... tristeza!
Ai, choro ao ver gemer Mãe-Natureza
Na Torre-de-Babel: quanto egoísmo!

Nas Asas da Paz, apraz-me a canção
Do Vento, cirandeiro, que semeia
O Sonho Universal de quem pazeia!

Nas Asas da Paz, o verso voa, vai
E em nome da Mãe, do Filho e do Pai
Eu rimo Paz e Amor com Comunhão!

Porto Alegre, 29 de agosto/2007. 13h25min

JONAS KRISCHKE SEBASTIANY.jpg

Jonas Krischke Sebastiany
Antologia CAPPAZ 2020

Nascido em Sobradinho/RS e radicado em Brusque desde 1997, Jonas Krischke Sebastiany é médico do Trabalho, Diretor Técnico da CONSULMED e professor universitário.
Iniciou suas incursões poéticas aos 16 anos em uma típica paixão adolescente.
Depois disso, persistiu na tentativa de reproduzir suas emoções no papel e na busca incessante de palavras que, uma vez ditas, mudassem o mundo.
Tem como principal vertente poética a sutil ironia dos poemas de Mário Quintana.
Escreveu - Brincando de Democracia, primeira experiência em prosa; Espreitando Extremamente e Comportas Sem Janelas, todas em poesia, além de Apontamentos de Anatomia e Fisiologia Humanas para o Técnico em Enfermagem (Didático). Prepara, para lançamento, os livros: Cumplicidade-Coletânea de Poesias, Crônicas e Fábulas e Medicina Ocupacional na Prática Empresarial, livro técnico.

Afilhado de Joyce Lima Krischke
Confrade Apoiador.

Apologia do umbigo
Jonas Krischke Sebastiany
 
A cultura do individualismo é o traço mais marcante das relações interpessoais na atualidade. Isto se evidencia ainda mais no convívio de afeto homem-mulher. A antiga máxima de Saint Exupèry na qual “és responsável por aquilo que cativas” foi substituída por “cada um por sí” e “eu sou assim mesmo”. Esta postura intransigente assumiu ares de verdade absoluta e desencadeou uma prática social predatória para importantíssimos componentes do cenário amoroso. O romantismo, o companheirismo, a busca de antecipar-se ao desejo do outro são essenciais para que vivencie-se a cumplicidade em sua plenitude. Um diálogo rico e freqüente, pequenos atos diários de carinho e uma vida sexual prazerosa são a fórmula básica para um amor que se queira vivo. Estou convencido de que ninguém (ou muito poucos) conseguem chegar a um relacionamento harmonioso sem todos os ingredientes que compõem a cumplicidade.
A sexualidade está liberada, mas a afetividade não. As pessoas tem medo de gostar, porque não sentem-se estruturadas para o risco de não serem correspondidas. E, muito mais grave, não sabem lidar com quem lhes oferece amor, como se isso evidenciasse ainda mais sua absoluta incapacidade de administrar esse sentimento. Revoltam-se, sentem uma inveja que angustia. É triste ver o rumo que as relações vão tomando. As pessoas cada vez mais retraídas, escondidas atrás da tela de um computador ou trancafiadas dentro de seus armários inexpugnáveis na esperança de estarem a salvo dos seus próprios conflitos. Refugiam-se em seus vários compromissos quando um dia pactuaram espontaneamente que estavam comprometidos um com o outro. Surpreendo-me ao observar atitudes minhas que são claros indícios de que também venho preparando-me para este novo tempo. Cada vez mais procuro reforçar minhas estruturas para bastar-me em mim mesmo. Duro processo adaptativo. Pequenas amputações diárias, retirando o excesso de bagagem para seguir em frente. Às vezes alguns pedaços preciosos vão ficando pelo caminho. Coisas que a gente gostava, mas que o “5-S” da vida determinou que não tinham mais utilidade nos tempos atuais. Pergunto-me até quando estes descartes progressivos vão avançar sob pena de nos descaracterizar como indivíduos únicos e originais.
Cada vez mais autômatos, cada vez mais parecidos em nossa mediocridade conveniente, a reproduzir conceitos individualistas uniformes, que afastam-nos da perigosa experiência do amor absorto. Absoluto. Quase incondicional. Será que ninguém mais sente prazer pelo desafio maior de conquistar a mesma pessoa todos os dias? Será que não vamos mais ver alguém curtir a alegria de nutrir diariamente um amor verdadeiro? As pessoas não desejam mais cuidar umas das outras! Homens e mulheres perderam grande parte dos referenciais de seus papéis conjugais. Dividir, doar-se, são palavras que sumiram como que por encanto do nosso dicionário amoroso. Parece não caber dois sob os holofotes do palco da vida. O espetáculo resume-se a uma dança solo. Esforçamo-nos para não enxergar que, mais dia, menos dia, vamos precisar uns dos outros. Nem todas as cirurgias plásticas, atividades físicas e rigores alimentares detém o tempo. Dedicamo-nos para adiar a velhice e fazemos de tudo para que ela nos encontre com qualidade física. Mas tanta vida para compartilhar com quem, se não nos propomos a experimentar o risco de gostar de verdade? Amor é inspiração na paixão, transpiração no sexo e manutenção na troca. Ninguém quer abdicar de nenhum espaço seu, mas quer flexibilidade do parceiro para conceder sempre que necessário. Doação mútua, consciente dos objetivos em comum, é prática em desuso, que caducou com o passar dos anos. Já não sei mais se alguém ousaria resgatar estes conceitos.
Aliar-se à razão para perpetuar a emoção é uma obviedade sem espaço nas mentes egoístas e corações gelados que produzimos em série. Difícil para mim acreditar que alguém possa ser feliz sem sentir imenso prazer em proporcionar felicidade a quem se ama. Quem abdica deste prazer ainda não conheceu a exata dimensão da palavra amor. Resta o consolo de conhecer-se a si mesmo, pelo menos a anatomia do próprio umbigo, já que o relacionamento em si acabou relegado a uma das últimas posições na escala de prioridades. Muito antes vem a obsessão pelo reconhecimento do sucesso profissional, a qualificação pessoal competitiva, o culto ao corpo, o lazer como obrigação para enfrentar todo esse stress. Restou ao convívio amoroso o tempo que sobrou. E, como toda a sobra, é o tempo menos qualificado, aquele oferecido ao final de todo o desgaste acumulado, com grandes chances de se tornar a válvula de escape disponível para a drenagem de toda a fadiga física e psíquica resultantes. Ninguém está disponível para o outro, buscando uma composição equilibrada de prioridades. Escondem-se atrás da falta de tempo para seus milhares de compromissos. Não é a toa que as relações estão cada vez mais superficiais. E optar por ser romântico não exclui a necessidade de ter senso prático. Nesta altura dos acontecimentos, seria bom observar se as pessoas não estão confundindo auto-estima e amor próprio com individualismo e egocentrismo puro e simples. Amor afetivo é diferente de amor efetivo.

Jonas Krischke Sebastiany

JOSÉ MARIA DE JESUS RAIMUNDO DA SILVA.jp

José Maria de Jesus Raimundo Silva
Antologia CAPPAZ 2020

Advogado e poeta mineiro, nascido em Campos Gerais (MG), é residente em Varginha. Autor de 1.565 poemas, contos, crônicas, romance. Possui dois livros ainda inéditos: o ensaio “Pena de morte: a vítima pode ser você” e o romance “O Crime da Cachoeira”. Publicou diversos artigos, poemas, contos e crônicas em jornais varginhenses. É membro efetivo da Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências, sendo, atualmente, seu Primeiro-Secretário.

Afilhado de Aníbal Albuquerque
Confrade Efetivo.

Paz
José Maria de Jesus Raimundo Silva

A Ausência do amor e ambições
Causam desentendimentos,
Guerras, lágrimas, separações
E Desmatamentos.
Os rios têm sede, a fauna e flora desaparecem.
Fumaças, fuligem cobrem as matas e cidades,
Ainda há tempo de plantar o amor,
Viver os ensinamentos do criador.
E juntos seremos uma fagulha
A iluminar os caminhos da Humanidade.
E promoveremos a paz.

JOSÉ PEREIRA DA SILVA.jpg

José Pereira da Silva
Antologia CAPPAZ 2020

Professor, jornalista, pequisador, escritor, residente em Taubaté/SP, natural de Caçapava/SP.

FORMAÇÃO ACADÊMICA
2014: Doutor em História Social na Universidade de São Paulo (USP).
1987-1990: Licenciatura Plena em História pela Universidade de Taubaté (UNITAU).
Especialista em filosofia, teologia, literatura, História das religiões.
Especialização em Filosofia da Educação.
Aperfeiçoamento em Relações Internacionais.
Aperfeiçoamento em Ética e Administração Pública.
Especialização em Bioética.
Aperfeiçoamento em produtividade, gestão de tempo e propósito.
Atualmente cursa Psicanálise e Psicologia de Adultos e Idosos.

Membro das seguintes Academias:
Membro Titular da Academia Taubateana de Letras, Cadeira 22 – Praxedes de Abreu.
Membro Titular da Academia Valeparaibana de Letras e Artes. Cadeira 29 T: Angélica Maria Villela Rebello Santos.
Membro da Academia Soberana Brasileira de Artes do Estado do Rio de Janeiro, na qual é comendador.
Membro da Confederação de Ciências, Letras e Artes do Brasil (CONCLAB), Acadêmico fundador titular, cadeira Perpétua n.58,RJ.
Membro da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Leras e Artes (Feblaca). Cadeira n.44, Patrono: João Francisco Lisboa.
Membro Efetivo Fundador da Academia Internacional de Ciências , Letras e Artes (AICLA), Fortaleza-Ceará.
Membro da Academia de Letras do Brasil, seccional de Uberaba-MG.
Membro da Academia Joseense de Letras, São José dos Campos-SP.
Membro da Academia de Letras de Aracaju, SE.
Membro da Academia Marial de Aparecida, Santuário de Nossa Senhora Aparecida.
Membro da Académie de La Culture Cistercienne.
Membro da Academia Imperial de São Constantino e Santa Helena de Ciências Históricas.

PRODUÇÃO ACADÊMICA
Os Trapistas no Brasil. Tese de Doutorado Direto, FFLCH, SP, Universidade de São Paulo, 2014.
Artigos nas seguintes revistas acadêmicas:
Coletânea. Revista de Filosofia e Teologia da Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro.
TQ: Teologia em Questão, Taubaté-SP.
Atualização: Revista de divulgação teológica ,BH-MG.
REDES, Revista Capixaba de Filosofia e Teologia, Vitória-ES, Unisales.
Ciências Humanas, Universidade de Taubaté.
Artigos em revistas não acadêmicas:
Panathlon, Distrito Brasil.
Mundo e Missão,SP.Pontifício Instituto das Missões.
Ir ao Povo, Revista do Dehonianos, Taubaté-SP.

Antologias: Participação
XV Coletânea 2019, Academia Taubateana de Letras, Taubaté-SP.
X Coletânea 2013, Academia Taubateana de Letras, Taubaté-SP.
XI Coletânea 2014, Academia Taubateana de Letras, 2014.
XII Coletânea 2015, Academia Taubateana de Letras, 2015.
XIII Coletânea 2018, Academia Taubateana de Letras, 2017.
Inspiração em Verso II, Antologia, SP, Editora Futurama, 2015.
Os melhores contistas e poetas do Vale do Paraíba,Taubaté-SP, AVLA, 2014.
VENTURA, Nice. (Org.) . Botões abrindo-se em Flores. Antologia., SP, Editora Futurama,2015.
QUEIROZ, Sandra Stabile (Org.). Face Book: sensações, Salvador-BA, Agilite Publicações e Interatividade, 2017.
CARABAJAL, Mário (Coordenador); PANTALEÃO Jr, Milton José. Coletânea Imortais II, Porto Alegre, Alternativa, 2018.
SILVA, Regina Célia Pinheiro da (Org.) XIII Coletânea da Academia Taubateana de Letras, 2018.
SILVA, Regina Célia Pinheiro da. (Org.). Letras Escolhidas II, Taubaté, Academia Taubateana de Letras, 2018.
CASTRO, José (Org.). Antologia Poética Luso Brasileira, Cabo Frio, Foco Letras, 2018.

LIVROS. Participação.
CAVALCANTE, Cássio (Org.) Antologia dos dez mandamentos em prosa e verso, Recife, Enseada das Letras, 2019.
EDITORA MATARAZZO (Org.). Vamos falar do Vale do Paraíba?, SP, Editora Matarazzo, 2019.
SOUZA, Carla Figueira de et. alii (Org. ) Cotidianos Educacionais: fazeres, Imagens e Formação Docente, RJ< Editora Autografia, 2019.
EDITORA MATARAZZO & ACADEMIA TAUBATEANA DE LETRAS (Org.).Vamos falar de Taubaté,SP, Editora Matarazzo, 2018.
Ser Católico é Dez. Antologia Literária, RJ, Litteris Ed.; SP, Casa do Novo Autor, 2000.
CARVALHO, Iára de . Diário de Taubaté: 35 anos de ousadia, São José dos Campos-SP, JAC Gráfica e Editora , 2010.
FREIRE, Thereza V. (Org.). Dr. Urbano Pereira: Vida e obra, Taubaté=SP, Estrela da Manhã Editora , 2010.
SILVA, José Pereira da et alii. História da Diocese de Taubaté (ainda não publicado).

ARTICULISTA DOS JORNAIS
Diário de Taubaté. Desde 1990.
Gazeta da Estiva.Desde 2017
O Lábaro. Desde 1990.
O Independente, Taubaté-SP
Editor Assistente da Carta Mensal do Governador do Rotary Club, Distrito 4600. Desde 2017.
O Lutador, MG. (escrevi durante um período).

MEMBRO DOS SEGUINTES INSTITUTOS:
Membro do The Medieval Institute, USA.
Membro do Institute of Cistercian Studies, USA.
Membro da Association pour Le Rayonnement de La Cultura Cistercienne, França.

MEMBRO DE INSITUIÇÕES DE SERVIÇO :
Rotary Club de Taubaté. Diretor de Imagem Pública (2018- 2020).
Panathlon Club de Taubaté. Presidente (2020-2021)
Membro da Irmandade de Misericórdia de Taubaté.

PRÊMIOS E TÍTULOS
Comendador pela Academia Soberana Brasileira de Artes do Estado do Rio de Janeiro.
Certificado de reconhecimento pelas ações literárias e culturais em prol da Arte Nacional e da Língua Portuguesa. Outorgado pela Editora Matarazzo e o grupo Escritores sem Fronteiras. São Paulo, 29 de junho de 2019.
Diploma de Honra ao Mérito 2001 na área de História, concedido pelo Jornal Diário de Taubaté.
Premiado no concurso literário da Academia Taubateana de Letras, categoria Poesia, 2018.
Mérito Filosófico Santo Agostinho de Hipona. Conselho Internacional dos Acadêmicos de Ciências, Letras e Artes. Instituto Comnène Palaiologos de Educação e Cultura. 2015.
Medalha Centenário do Início da Primeira Guerra Mundial “Um tributo aos defensores da Paz”. Conselho Internacional dos Acadêmicos de Ciências . Letras e Artes. Instituto Comnéne Palaiologos de Educação e Cultura. 2015.
Medalha São Constantino e Santa Helena de Ciências Históricas, 2016.
Grau de Honra de Confrade da Cultura. Confraria Brasileira de Cultura. 2016.
Medalha Ordem do Mérito Comenda Acadêmica ASBAERJ. 2014.
Título de Construtor da Brasilidade. Clube dos 21 Irmãos-Amigos de Taubaté. 2015.
Mérito Especial Vinteunista de Cinquentenário. Clube dos 21 Irmãos-Amigos de Taubaté. 2015.
Prêmio Litteratudo – Monteiro Lobato. Taubaté-SP, 2014.
Mérito Cultural na área literária e cultural conferido pela Futurama Editora, 2015.
Prêmio de edição do concurso de literatura católica, SP, Casa do Novo Autor Editora, 1999.
Mérito Solidário concedido pelo Hospital Regional do Vale do Paraíba e Sociedade beneficente São Camilo, 2012.
Prêmio Profissional do ano 2017 – Professor de História - , concedido pelo Rotary Club de Taubaté.

Afilhado de Roseli Farias
Confrade Efetivo.

Promoção da Paz: Tarefa de todos
José Pereira da Silva

 

A paz não é somente uma utopia, mas uma possibilidade real.
A paz toca uma corda sensível no coração humano.
A paz comporta liberdade, verdade e estabilidade.
A paz verdadeira repousa sobre o amor mútuo e a benevolência entre as pessoas.
A justiça é necessária para uma paz verdadeira e duradoura.
A paz é o desejo do coração humano. É na consciência ou coração que somos sensíveis aos valores absolutos da bondade, da justiça, da retidão, da fraternidade e da paz.
A paz não é um clima opcional para a vida e para o crescimento humano, ela é uma necessidade.
A promoção da paz precisa estar no topo da agenda da humanidade em todos os tempos. Cada ser humano deve se empenhar pela promoção da paz.
A guerra começa no coração das pessoas com o orgulho, o rancor, o ódio, antes de se traduzir em armamentos, violência declarada e destruição injustificada.
Para construir a paz deve-se primeiro mudar o coração.
A educação para a paz precisa começar com a formação da consciência, com a mudança do coração.
Transformar o ódio e a cobiça do coração e da mente em amor e desejo de reconciliação, as armas cairão de mãos raivosas e hostis, e o desenvolvimento de uma cultura da paz pode começar.
A Paz requer amar a Deus e ao próximo e exige uma luta contínua contra o egoísmo.
Temos o dever de juntar as mãos para educar o coração humano na honestidade, no amor, na benevolência, na compaixão, na solidariedade e , especialmente , no respeito pelos direitos do outro.
A força, a violência e a guerra não trazem a paz.
No esforço para promover e preservar a paz, a esperança é uma virtude absolutamente necessária.
A promoção da reconciliação entre as pessoas é outro caminho para a paz.
A paz não é o fruto de um equilíbrio de poderes, mas o êxito da justiça a todos os níveis e, mais importante, responsabilidade compartilhada dos indivíduos,das instituições civis e dos governos. Significa compreender-se reciprocamente a apreciar a cultura e as circunstâncias do outro.
A paz implica também preocupar-se uns com os outros, compartilhando os patrimônios espirituais e culturais e oferecendo oportunidades para o enriquecimento humano.
A paz nunca é conquistada de uma vez e assegurada para sempre. Para construir e manter a paz são indispensáveis uma vontade séria de respeitar os outros homens e povos e sua dignidade, bem como o exercício diligente da fraternidade e da solidariedade.

JOYCE LIMA KRISCHKE.jpg

Joyce Lima Krischke
Antologia CAPPAZ 2019 / 2020

Natural de Porto Alegre, advogada, especialista em educação. Co-autora e autora de livros técnicos para órgãos governamentais. Publicou: - "O que você deve saber para implantar a LDB" 1997 -. "Poemas da Lu@zul” - 2002. "Tempo de Amor" - 2004, em parceria. "Navegando Poesia" - 2006. “A Volta da Lu@zul”- 2007. Participa de muitas Coletâneas. É associada da Casa do Poeta Rio-Grandense.

       Joyce Lima Krischke por Joyce-Lu@zul*

Sou Poeta do Mundo e da CAPPAZ.
Poesia: alimento que me satisfaz!
Poetizo Natureza e Harmonia;
Minhas bandeiras do dia-a-dia.
Canto a proteção dos animais
E das matas. Derrubá-las, jamais!
A lua é a minha eterna inspiração
Ela sabe quem guardo no coração.
Aprecio, extasiada, um pôr-do-sol.
Amo canto de quero-quero no arrebol.
Alço vôos com a pureza do pardal,
Usando minha a liberdade total!
Sou uma Fênix. Ressurgi da cinza.
Sou mulher que planeja e realiza
Vivo meus momentos com euforia
Olho o mar e canto minha poesia...



* (Releitura de texto da autora)
Balneário Camboriú- Abril-2008

Fundadora da Confraria
Presidente Fundadora

JUDITE-KRISCHKE SEBASTIANY.jpg

Judite Krischke Sebastiany
Antologia CAPPAZ 2020

Mestra em Educação, Professora e Orientadora Educacional, formada pela PUC/RS em 1982.
Pós-graduada-mestrado na UFRGS em 1992. Experiência de 25 anos no Magistério tendo atuado em escolas públicas e privadas. Professora universitária lecionou na UNISC - Santa Cruz, Rio Pardo, Sobradinho e Capão da Canoa. Mãe de duas meninas adoráveis que me desafiam e me ensinam muito a cada dia.

Não sou boa em versos e rimas com métricas e matemáticas, sou educadora.
Sei que a paz não se compra, não se colhe como uma fruta, não se encontra inteira, de uma só vez. ... Conquista-se a cada dia, em lutas interiores na solidão e silêncio do auto-conhecimento e aceitação da liberdade do outro; mas também é uma conquista social, material e espiritual, forjando um novo Homem, uma nova cultura, um novo mundo: reconstruindo o paraíso, equilíbrio natural/ natureza, restabelecendo nossa ligação com Deus.

Afilhada de Joyce Lima Krischke
Confreira Efetiva.

Pediram-me para escrever sobre paz...
Judite Krischke Sebastiany

O que posso dizer sobre a paz?
O que sei dizer sobre esse tema?
Dizer teorias? Dizer do que vivi?
Dizer o que experimentei?

As experiências contrastantes,
Na dinâmica da vida, vão traçando
Desenhando a Paz, e redesenhando...
As linhas a cada instante, a cada dia.

A cada início de dia traço metas;
Que orientam meus passos como setas.
Imprevistos surgem: que desatino!
Aborreço-me. Irritada quebro as setas.

Paro. Olho em volta. Penso:
Não é possível controlar o pensamento,
Cada pessoa, cada sentimento.
Controle não é paz!

Cada minuto é criativo, misterioso...
Uma surpresa a cada instante.
Mas se há tempo para pensar,
È possível prever ou superar... a dor.

Um novo olhar, com muito amor
Transforma em paz aquela dor
Que surgiu da frustração.
Da minha decepção, da tua opção.

A paz viva retorna ao perceber
A falta de controle inerente à vida.
Com amor, os limites de cada um ver.
Na ebulição de emoções, vivida.

LORENA BOING.jpg

Lorena Boing
Antologia CAPPAZ 2020

Sou mãe acima de tudo.
Advogada militante há 33 anos.

Afilhada de Joyce Lima Krischke
Confreira Especial Voluntária.

Esperança
Lorena Boing

foto.png
LÚCIA DE FATIMA SILVA.jpg

Lúcia de Fátima Silva
Antologia CAPPAZ 2020

Nascida na cidade de Currais Novos/RN, em 11 de dezembro de l964, filha do casal Osvaldo de Sousa Silva e Maria Carmelita da Silva,sendo a segunda das duas filhas do casal, solteira, professora formada em Pedagogia pela UFRN Universidade Federal do Rio Grande do Norte no ano de 2003 e logo em seguida, especializou-se em Linguística da Língua Materna e Supervisão Educacional pela Universidade supracitada.
É amante da literatura desde que aprendeu a dominar a leitura e a escrita. Sempre foi assídua de bibliotecas e suas leituras preferidas foram e continua sendo a poesia.
Tem poesias publicadas no site www.recantodasletras.com.br e, recentemente, criou um blog meusertaopoetico.blogspot.com, no qual posta suas poesias.

Afilhada de Diná Fernandes
Confreira Efetiva.

Pássaro rumo ao infinito
Lúcia de Fátima Silva

Um pássaro voando
Na imensidão do infinito
Entre a folha verde sobrevoando
Com o seu canto bonito.

Entoa louvores ao Criador,
Deus da vida e da verdade,
Que a tudo fez com amor
Para o bem da humanidade.

Ó homem sem piedade
Não o impeça de entoar
O canto da liberdade
E de voar faceiro pelo ar.

Permita ao seu coração se converter
Na beleza do seu leve planar
Harmonize seu viver
Com a suavidade do seu cantar.

LUCIENE ALVES.jpg

Luciene Soares Alves
Antologia CAPPAZ 2020

É natural de Salvador-Ba. Nascida e criada no bairro da Liberdade, começou a escrever poesia na adolescência. É aposentada e Massoterapeuta. Concluiu o Ensino Médio na década de 80, no Colégio Estadual Carneiro Ribeiro Filho. Trabalhou no Jornal Tribuna da Bahia. Gosta de ler e escrever. Hoje, se realizou profissionalmente na Massoterapia fazendo do toque de suas mãos, através da Massagem, um ato de amor.

Afilhada de Vera Passos
Confreira Efetiva.

Itinerário da paz
Luciene Alves

Siga para o ponto do Amor
Tome o ônibus via Esperança
Sente-se no banco Confortável
Ouça uma música Agradável.

Desça no bairro da Alegria
Procure a rua da Humildade
Descanse na praça da Felicidade.

Entre no bar da Água
Almoce no restaurante Natural
E siga assobiando Contente
Saudando as pessoas Presentes.

Chegando no Itinerário da Paz
Coloque toda a sua Energia
Agradeça com Fé a Deus
E deste Itinerário não saia nunca mais.