Confrades e confreiras que participaram das Antologias CAPPAZ  -  2019 / 2020 - iniciais M / N O

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Vânia Vinhas Cardoso
Antologia CAPPAZ 2020

Natural de Varginha (MG), nascida em 01 de julho de 1956, é filha de Nilza Vinhas Cardoso e Thomé Cardoso de Paula. É musicista, pianista, cantora, compositora, poetisa, escritora, psicopedagoga clínica, palestrante, professora de Piano, de Língua e Cultura Italiana, de Música e História das Artes.
Educadora, é graduada em Pedagogia e pós-graduada em Psicopedagogia Institucional e Clínica.
Artista, tem graduação em Música e Piano Erudito, no Rio de Janeiro, onde também estudou Técnica e Expressão Vocal, Canto Lírico e Interpretação Cênica.
Tem formação em Filosofia, Psicanálise e Musicoterapia. Cultiva o estudo de línguas estrangeiras: Italiano, Inglês, Francês, Alemão e Espanhol.
Sempre estudiosa, tem também pós-graduação em Metodologia do Ensino das Artes, Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa e Línguas Estrangeiras e, atualmente, cursa a pós-graduação em Música e Cognição.
Como professora, lecionou no ensino médio e universitário. Em Varginha (MG), foi professora de Psicologia na FAFI (Faculdade de Filosofia) e no Colégio dos Santos Anjos. Lecionou Piano, Teoria Musical e Ritmo e Som, Harmonia e Estruturação Musical, Folclore e Música Popular, História da Música e das Artes na Escola de Música Lorenzo Fernândez e no Conservatório Estadual de Música Maestro Marciliano Braga.
Já participou do corpo de jurados em diversos festivais da canção, de poesia, de contos, de crônicas e de interpretação pianística.
Iniciou o estudo do Piano aos 6 anos de idade e, desde os 9 anos, escreve poesia e textos literários e, há anos, também poemas em língua italiana, tendo já participado de muitas coletâneas literárias. Atualmente, prepara a publicação de duas de suas obras em literatura e em poesia bilingue (português – italiano).
Premiada em inúmeros festivais de música, produziu e gravou “Rinascere”, com suas composições em língua italiana, algumas delas em parceria com o italiano Claudio Fontanari. Sua produção e performance em “Rinascere”, show de lançamento do seu CD, rendeu-lhe o prêmio de “A Mulher do Ano 2000”, em pesquisa de opinião pública realizada pela Revista Impacto, do saudoso jornalista varginhense, Targino Valias.
É idealizadora e co-fundadora do Circolo Italo-Brasiliano “Leonardo da Vinci” de Varginha, entidade cultural ainda em formação.
Em 2010, foi a artista brasileira convidada para participar dos concertos comemorativos da República Italiana, organizado pela ACIBRA (Associação Cultural Itália-Brasil) e pelo Consulado Italiano em Belo Horizonte (MG), apresentando o seu show: “Brasilitalia: una Storia d’Amore”.
Desde 1992 é membro e aluna da Associação Dr. Celso Charuri, Pró-Vida: Integração Cósmica.
É filiada na Ordem dos Músicos do Brasil, no Núcleo Sul Mineiro da Associação Brasileira de Psicopedagogia e na Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB).
Desde 2003, ocupa a Cadeira Nº 18 da Academia Varginhense de Letras, Artes e Ciências (AVLAC), entidade na qual sempre ocupou cargos na Diretoria, como: Diretora Cultural, Secretária Geral, Vice-Presidente e Presidente. Sua gestão como Presidente marcou o Jubileu de Ouro da AVLAC, em 2010.

Afilhada de José Maria de Jesus Raimundo Silva
Confreira Efetiva.

Dentro da paz
Vânia Vinhas Cardoso

 

Paz é Paciência... É saber esperar, é dar-se tempo para madurar... Na simplicidade de sua sabedoria, a Natureza nos ensina a Paciência e nos conduz à Paz.
Paz é Prudência... É saber se colocar e agir no momento certo para não ferir os semelhantes e a si mesmo.
Paz é Perseverança... É saber dar continuidade ao que se inicia não importando o tempo despendido. Um ciclo aberto deve ser sempre concluído.
Paz é Pureza... É penetrar no brilho dos olhos de uma criança, no doce olhar de um animal, de uma ave e ver a beleza da inocência.
Paz é Perfeição... É contemplar a magnitude da Criação e trabalhar-se, vislumbrando a semelhança com o Divino.
Paz é Amizade... É chamar de Irmão e Irmã todos os seres vivos de todos os Reinos.
Paz é Aliança... é comungar o Elo Divino da União consigo mesmo e com o Criador e Sua Obra.
Paz é Afeto... É deixar-se levar pela mais pura afeição e ternura por si mesmo e pelo Todo.
Paz é Alma... É integrar-se ao movimento que pulsa e dá a Vida.
Paz é Ação... É estar sempre em atividade pelo bem de todos, pela evolução de si mesmo e de todo o Ser Criado.
Paz é Autoconhecimento... É penetrar nas profundezas de seu ser e conhecer-se.
Paz é Autoaceitação... É reconhecer-se como um ser único e singular.
Paz é Autoaperfeiçoamento... É ter consciência do Ser que se deve ser e construir-se, lapidando-se a todo instante.
Paz é Agradecimento... É levantar as mãos para o Alto e dar graças pelo Dom da Vida.
Paz é Adoração... É louvar e unir-se em oração ao Deus Criador e reconhecê-Lo em cada criatura.
Paz é Alegria... É sentir leveza e suavidade... e sorrir para a Felicidade.
Paz é Amor... É deixar-se invadir pelo mais puro dos sentimentos, onde habita a Bondade, a Compreensão, a Compaixão, a Generosidade, a Solidariedade, a Fraternidade, o Perdão.
Paz é Zelo... É cuidar de si mesmo, da Mãe Terra, dos animais, das aves, dos rios, dos mares, das plantas, de toda a Natureza e dos nossos semelhantes. É ter carinho e respeito pela Obra do Criador e pela herança de nossos antepassados.
Paz é o Zênite... É o sentimento que nos invade ao olhar o céu e ver um Ponto que se ilumina e se expande em Luz, abarcando a Terra, abençoando o Planeta e todo o Universo.
Paz é estar em Comunhão com o Universo.
Paz é ouvir e sentir a Harmonia da Canção Universal e, em completa Consciência, União e Integração, cantar: “Glória a Deus nas Alturas e PAZ na Terra aos Homens de Boa Vontade!”

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Vera Lúcia Passos Souza
Antologia CAPPAZ 2020

Nascida em Ubaíra- Ba. , residência em Salvador. Formada em Geografia pela UCSAL ( Universidade Católica de Salvador). Kardecista. Ganhou alguns prêmios como poetisa: da ALER (Academia de Letras do Recôncavo, da Fundação Nelson Rufino, de Letra de Música, etc). Participa do Projeto Fala Escritor, declamando na Saraiva, nos Recitais da Câmara de Vereadores, nas Escolas, colabora com a Revista Artpoesia e Minirrevista, alguns sites, faz palestras, promove Recitais no Colégio Ypiranga, onde leciona.
Título e identificação de livros de sua autoria editados (se houver) 4 livros publicados entre amigos e colegas: Ubaíra , passos de uma canoa de mel; Intuíção, Primaveras e Primavera passo a passo.Alguns poemas foram traduzidos para o espanhol por um antropóloga argentina.

Afilhada de Renata Rimet
Confreira Efetiva.

Viva a Natureza
Vera Passos

Cresci com os sonhos de Lese:
Sol, nasce atrás da serra
Lua cheia, mora no quintal
Chuva, era minha magia
Barquinhos na enxurrada
Era a inocente alegria
Pra os grandes era terra molhada
Promessa e um bom sinal
Mesa farta todo dia.
No inverno café quentinho
Garoa cobrindo a estrada
Setembro flores no matagal
Folhas verdes na floresta
Rio brilhante no leito
Os mergulhos uma festa
Peixinhos marchando direito
Lições guardadas no peito
Cuidados com a Natureza
Era o nosso Evangelho
Respeito aprendíamos com os velhos.

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Wilton da Costa Machado
Antologia CAPPAZ 2020

É natural da cidade de Cabedelo-Paraíba, formado em Psicologia com Mestrado em Ciências da Educação – Filho de Rita da Costa Machado e Wilson da Costa Machado (o Mestre do Bandolim), beneficiando-se no amor pela boa música, pois o seu pai é exímio instrumentista e compositor de chorinhos. Junto com o seu irmão, o poeta, radialista e jornalista, Wellington Costa, têm composto belas canções musicais e na década de 90, fizeram parte da Orquestra de Violões da Paraíba. Wilton Costa integra o corpo de docência do Centro de Educação da Polícia Militar da Paraíba, do Sindicado dos Terapeutas do Estado da Paraíba e da Secretaria Nacional de Segurança Pública.

Afilhado de Roseleide Farias
Confrade Efetivo.

Viver é sentir a vida
Wilton da Costa Machado

Viver e poder ter a liberdade de sentir a vida;
O mundo é um infinito,
a natureza é a composição de cada um de nós.
A força e o movimento estão dentro de nós,
ainda que não vejo, sinto a liberdade dentro de mim.
A cada porta que bato,
nem sempre encontro a paz,
porque antes de tudo é preciso sentir
o espírito que move,
a energia que me cerca, o silêncio que não me escuta.
Mas sinto a força que tenho,
a fé me impulsiona a ter a força para vencer.